quarta-feira, 11 de julho de 2012

A BIBLIA ME LEVOU AO ISLAM

O Profeta Esperado
Judeus e cristãos da Arábia pré-islâmica esperavam por um profeta.  Antes do aparecimento de Muhammad, a Arábia era o lar de judeus, cristãos e árabes pagãos que, na ocasião, estavam em guerra uns com os outros.  Os judeus e cristãos diziam: “Chegou o momento de um profeta iletrado surgir que reviverá a religião de Abraão.  Nós nos uniremos às suas fileiras e travaremos uma violenta luta contra vocês.”  Quando Muhammad efetivamente apareceu, alguns deles acreditaram nele, e alguns se recusaram.  Foi por isso que Deus revelou:“E quando lhes chegou um Livro [Alcorão] de Deus confirmando o que estava com eles – embora eles costumassem orar por vitória contra os descrentes - mas quando chegou o que eles reconheceram, descreram; então, que a maldição de Deus esteja com os  descrentes.” (Alcorão 2:89)A primeira testemunha foi Buhaira, um monge cristão, que reconheceu a missão profética de Muhammad quando ele ainda era jovem e disse a seu tio: “...um grande destino está diante de seu sobrinho, então o leve para casa rapidamente.”

A segunda testemunha foi Waraqah bin Nawfal, um erudito cristão que morreu logo depois do encontro solitário com Muhammad.  Waraqah atestou que Muhammad era o Profeta de seu tempo e recebeu revelação exatamente como Moisés e Jesus. Os judeus de Medina esperavam ansiosamente pela chegada de um profeta.  A terceira e a quarta testemunhas foram seus dois famosos rabinos, Abdullah bin Salam e Mukhayriq.A sexta e a sétima testemunhas também foram rabinos iemenitas, Wahb ibn Munabbih e Ka’b al-Ahbar (morto em 656 E.C).  Ka’b encontrou longas passagens de louvor e a descrição do Profeta profetizado por Moisés na Bíblia.O Alcorão afirma:“Não lhes é um sinal que os sábios dos Filhos de Israel o conheçam [como verdadeiro]?” (Alcorão 26:197)Deuteronômio 18:18 “Eu (Deus) lhes suscitarei do meio de teus irmãos um profeta semelhante a ti (Moisés), e porei minhas palavras em sua boca; e ele lhes falará tudo que eu lhe ordenar.”Muitos cristãos acreditam que essa profecia profetizada por Moisés se aplica a Jesus.  De fato Jesus foi profetizado no Velho Testamento, mas como ficará claro, essa profecia não se adequa a ele, mas ao contrário, se aplica mais a Muhammad, que Deus o exalte.  
O Profeta Esperado será de seus Irmãos entre os Judeus. O verso em discussão é explícito ao dizer que o profeta virá de entre os Irmãos dos judeus.   Abraão tinha dois filhos: Ismael e Isaque.  Os judeus são os descendentes do filho de Isaque, Jacó.  Os árabes são os filhos de Ismael.  Portanto, os árabes são os irmãos da nação judaica.[3] A Bíblia afirma:‘E ele (Ismael) habitará fronteiro a todos os seus irmãos.’  (Gênesis 16:12)‘E ele (Ismael) morreu fronteiro a todos os seus irmãos.’  (Gênesis 25:18)Os filhos de Isaque são os irmãos dos ismaelitas.  Da mesma forma, Muhammad é de entre os irmãos dos israelitas, porque ele era um descendente de Ismael, o filho de Abraão.   Deus Colocará Suas Palavras na Boca do Profeta Esperado.  O Alcorão diz sobre Muhammad: “Nem ele fala a partir de seu próprio desejo: aquilo [que ele transmite a vós] não é senão uma inspiração [divina] com a qual ele está sendo inspirado." (Alcorão 53:3-4)
Isso é muito semelhante ao verso em Gênesis 18:15:“Eu (Deus) lhes suscitarei do meio de seus irmãos um profeta semelhante a ti (Moisés), e porei minhas palavras em sua boca; e ele lhes falará tudo que eu lhe ordenar.” (Gênesis 18:18)
O Profeta Muhammad veio com uma mensagem para o mundo todo, inclusive para os judeus.  Todos, incluindo os judeus, devem aceitar a sua missão profética, e isso é apoiado pelas seguintes palavras:“O SENHOR teu Deus te suscitará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, semelhante a mim; a ele ouvirás.” (Deuteronômio 18:15)  


Um Alerta aos Rejeitadores. - A profecia continua:
Deuteronômio 18:19   “De todo aquele que ouvir minhas palavras, que ele dirá em meu nome, disso lhe pedirei contas.” (em algumas traduções: “Eu serei o Vingador”).Muito interessantemente, os muçulmanos começam cada capítulo do Alcorão em nome de Deus ao dizer:  Bismillah ir-Rahmanir-Raheem“  Em Nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso."Abaixo estão os relatos de alguns eruditos que acreditaram que essa profecia se adequa a Muhammad. a Abdul-Ahad Dawud, o ex-reverendo David Benjamin Keldani, um sacerdote católico romano da denominação caldeana .  Após aceitar o Islã, ele escreveu o livro, ‘Muhammad na Bíblia.’  Ele escreve sobre essa profecia:“Se essas palavras não se aplicam a Muhammad, elas ainda estão por serem cumpridas.


O próprio Jesus nunca alegou ser o profeta mencionado.  Até mesmo seus discípulos eram da mesma opinião: eles esperavam pela segunda vinda de Jesus para o cumprimento da profecia (Atos 3: 17-24).
Até agora é indiscutível que a primeira vinda de Jesus não foi o advento do Profeta semelhante a ti e seu segundo advento dificilmente satisfaz essas palavras.  Jesus, como é acreditado por sua Igreja, aparecerá como um Juiz e não como um legislador; mas o prometido tem de vir com uma “lei ardente” em sua mão direita.”
A Segunda Testemunha Muhammad Asad nasceu Leopold Weiss em julho de 1900 na cidade de Lvov, agora na Polônia, então parte do Império Austríaco.  Ele foi o descendente de uma longa linhagem de rabinos, uma linhagem interrompida por seu pai, que se tornou um advogado.  O próprio Asad recebeu uma educação religiosa detalhada que o qualificaria a manter viva a tradição rabínica da família.  Ele se tornou proficiente em hebraico ainda muito jovem e também estava familiarizado com o aramaico.  Ele tinha estudado o Velho Testamento no original assim como o texto e comentários do Talmude, a Mishná e a Gemará, e se aprofundou nas complexidades da exegese bíblica, o Targum.Comentando sobre o versículo do Alcorão:“e não confundais o verdadeiro com o falso, e não oculteis a verdade enquanto sabeis.” Alcorão 2:42)Muhammad Asad escreve:
Por ‘confundir o verdadeiro com o falso’ entenda-se a corrupção do texto bíblico, do qual o Alcorão freqüentemente acusa os judeus (e que já foi estabelecido por criticismo textual objetivo), enquanto que a ‘supressão da verdade’ se refere à sua desconsideração ou interpretação deliberadamente falsa das palavras de Moisés na passagem bíblica, 'O Senhor teu Deus suscitará do meio de ti um profeta, dos teus irmãos, semelhante a mim; a ele ouvirás' (Deuteronômio 18:15), e as palavras atribuídas ao próprio Deus, ‘Eu suscitarei um profeta dentre teus irmãos, semelhante a ti, e colocarei as minhas palavras em sua boca’ (Deuteronômio 18:18). Os ‘irmãos’ dos filhos de Israel obviamente são os árabes, e particularmente o musta’ribah (‘arabizado) grupo entre eles, que traça a sua descendência a partir de Ismael e Abraão: e uma vez que esse é o grupo ao qual a tribo do próprio profeta, os Coraixitas, pertencia, as passagens bíblicas acima devem ser consideradas como se referindo ao seu advento.”

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