quinta-feira, 10 de maio de 2018

O que é "RELIGISMO" ? Casos de Intolerância Religiosa e Delegacia Especializada na Paraiba

Muitos pensam que as religiões têm durante os tempos motivado o medo, ódio, animosidade, intolerância, conflito, opressão, etc. Na verdade, isso é incorreto. Pessoas que tem usado o mote religioso e obtém liderança em certos grupos religiosos é que tem provocado tais sentimentos.  Se pesquisarmos a teologia de todas as religiões, vemos descobrir que todas pregam o amor, a caridade, a compreensão, o respeito e a tolerância com outros credos. Em tempos difíceis para a sociedade, com o aumento de casos de intolerância, surgiu uma nova palavra no nosso vocabulário (em Inglês “Religism”) o Religismo, que significa intolerância em relação a outras religiões / sistemas de crenças, que não sejam as suas.
Esta é uma palavra que não é encontrada atualmente em dicionários impressos, porque eles tendem a atrasar o uso público de novas palavras por cerca de uma geração. De tempos em tempos, vemos a palavra "racista" usada como substituto do "religismo", particularmente em relação ao fanatismo religioso dirigido contra os muçulmanos, ou qualquer grupo religioso que seja alvo de discriminação e preconceito.
Titular da DECRADI, Delegado Marcelo Falconi












A forma mais comum de religismo hoje acontece com grupos que creem fazer a vontade de “deus”, 
(em minúsculo mesmo, pois Deus não deseja esse tipo de discriminação ou ódio gratuito) e com isso, 
se acham no direito de serem porta-vozes da razão e da vontade do Criador promovendo genocídio 
contra os infiéis, como podemos ver na história da humanindade, na Inquisição Espanhola, na 
Inquisição Protestante (http://www.deldebbio.com.br/a-inquisicao-protestante/) , e atualmente esse 
fato acontece em grupos radicais de todos os credos espalhados pelo mundo. 
De acordo com estatísticas de crimes de ódio do FBI(Policia Federal Americana) , só no ano de 2010 - 
haviam 1.322 crimes de ódio relatados com motivação religiosa cometidos contra 1.552 vítimas. 
Destes 1.322 incidentes foram:
 
887 eram incidentes anti-judaicos
160 eram incidentes anti-islâmicos
123 incidentes contra pessoas de outras religiões
58 incidentes anti-católicos
48 incidentes contra pessoas de múltiplas religiões
41 incidentes anti-protestantes
5 incidentes contra ateus, agnósticos, etc. 
 
Suspeitamos que apenas uma pequena porcentagem 
de incidências seja relatada, pois em muitos casos,
as vítimas não denunciam os abusos sofridos, sendo
os números citados acima, apenas a ponta do Iceberg. 
No Brasil, segundo dados da Secretaria de Direitos 
Humanos da Presidência da República, a cada três 
dias, em média, há uma denúncia de intolerância religiosa. Entre 2011 e 2014, o Disque 100 – canal 
de denúncias de violações de direitos humanos – registrou 504 queixas desse tipo. Mas o governo 
reconhece que na prática, os casos de intolerância tendem a ser mais numerosos do que os denunciados.
 
Em outubro de 2017, o secretário de Direitos Humanos e Políticas para Mulheres e Idosos do Rio de 
Janeiro, Átila Alexandre Nunes, apresentou um mapa da intolerância religiosa no estado. 
Nunes também anunciou a criação de uma Comissão Mista de Apoio às Vítimas de Ataques a Templos 
Religiosos para acolher vítimas e denúncias de perseguição por motivo religioso. “Recebi a 
informação de que 18 terreiros foram invadidos em um mês em Nova Iguaçu. O estado não tem 
essas denúncias, pois, as vítimas têm medo de registrar essas ocorrências”, disse o 
secretário.

Em agosto, o secretário havia declarado que o estado também contaria com uma delegacia policial 
especializada em crimes dessa natureza, a Decradi (Delegacia de Combate a Crimes Raciais e Delitos 
de Intolerância). Na Paraíba em 2017 tivemos uma grande vitória com a criação pelo Governo do 
Estado da Delegacia de Crimes Homofóbicos,Racismo e Intolerância Religiosa onde o Governador 
Ricardo Coutinho ressaltou que a criação da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes 
Homofóbicos, Racismo e Intolerância Religiosa é um passo fundamental para a promoção da igualdade 
de direitos, por se tratar de algo que conscientiza e estimula o respeito entre todas as pessoas.



quinta-feira, 28 de setembro de 2017

DE VOLTA AS TREVAS - Juristas comentam decisão do STF em autorizar o ensino público religioso

Por 6 votos a 5, o Supremo Tribunal Federal (STF), considerou constitucional o ensino público religioso confessional, ou seja, ligado a uma crença específica. Ministros rejeitaram a ação da Procuradoria Geral da República para que as aulas fossem genéricas e abordassem aspectos históricos e sociais das religiões. A partir do julgamento, a matéria confessional pode ser oferecida pelas escolas públicas de forma facultativa.
Votaram pela manutenção do ensino confessional os ministros Alexandre de Moraes, Luiz Edson Fachin, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Cármen Lúcia, que desempatou o caso.
Os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Marco Aurélio, Celso de Mello votaram contra.
Apesar do placar apertado, a decisão causou espanto na comunidade jurídica. Para quem não entendeu a dimensão do que foi julgado, vale destacar que a corte autorizou que escolas públicas de todo o país instituam para seus alunos e alunas ensino religioso confessional – isto é, com crença religiosa. Logo, um ensino confessional teria oração, costumes e tudo o que está ligada à determinada religião. No Brasil, de imensa maioria cristã, é possível imaginar quais religiões serão professadas.
Vários pensadores do Direito e de outras áreas do conhecimento, opinaram sobre o tema e rebateram a decisão sob o argumento da violação ao estado laico, das evidentes prioridades reacionárias da corte, e do “ingenuidade” da corte ao estabelecer a ideia de que o ensino será pluralista. As declarações sobre a decisão podem ser lidas abaixo:
Eloísa Machado, Doutora em Direito Constitucional e Coordenadora do curso de Direito da FGV-SP
“A decisão do STF é um grande retrocesso. Toda uma pauta liberal e progressista que vem sofrendo investidas conservadoras no legislativo e no executivo e que ainda aguarda posição do STF fica em suspenso: de código florestal a direito mudança de registro civil das trans.
Assumir a confessionalidade do ensino, além afetar profundamente a lógica do que deve ser a educação pública, laica e inclusiva, abre espaço para uma infinidade de outros problemas. É inadmissível, por exemplo, que os escassos recursos públicos sustentem a doutrinação religiosa nas escolas. Mas o STF não se pronunciou sobre isso”.
Luis Felipe Miguel, Professor de ciência política na UnB: 
“O ensino religioso no Estado laico é uma excrescência. Se as famílias e as igrejas querem dar educação doutrinal às suas crianças, que o façam em seus próprios espaços. Ao interpretar a regra constitucional como sendo a necessidade de inculcação da “religiosidade”, o Supremo rasga a ideia da neutralidade estatal em relação aos diversos sistemas de crença”.
Márcio Sotelo Felippe, Procurador do Estado de São Paulo: 
“Não temos mais constituição. O STF julga ao sabor de injunções políticas ou para agradar setores da opinião pública. São tempos sombrios, uma reação termidoriana que enterra séculos de conquistas iluministas, de avanços no processo civilizatório. Este é um estado de exceção com sabor de fascismo. A inteligência está morta no Brasil”
Renan Quinalha, Doutor em Direito e Professor na Universidade Federal de São Paulo:
“A decisão do STF faz com que o Estado laico promova, nas escolas públicas, o ensino religioso confessional. Isso é um absurdo, pois se está permitindo que religiões se apropriem do espaço público da escola para propagar sua própria fé. Considerando o contexto atual, isso se torna ainda mais grave. Os discursos de “escola sem partido” e “combate à ideologia de gênero” poderão agora contar com o reforço do ensino religioso confessional nas escolas, minando o que restava de laicidade do Estado no sistema de ensino”.
Alexandre Melo Franco Bahia, Professor Doutor de Direito Constitucional na Universidade Federal de Ouro Preto: 
“A decisão do STF afirmando que o Estado Brasileiro deve custear um Ensino Religioso “Confessional Pluralista” ofende a tantas ordens diferentes do Direito que fica difícil definir por onde começar.
Como um Estado Laico pode atuar de forma Confessional? Em que mundo isso faz sentido? Ainda que a maioria queira dizer que esse ensino deve ser “pluralista”, ou eles são muito “inocentes” – e não sabem do que é o ensino religioso na maioria das escolas públicas do país, ou estão assumindo estarem prontos para receberem centenas de pedidos de Reclamação contra – o que acontece todos os dias e agora só vai piorar – o proselitismo fundamentalista e, claro, nada plural, que é feito em escolas públicas todos os dias”.
O Brasil, por intermédio do órgão supremo da magistratura nacional, acabou de afundar no mais profundo abismo da intolerância.
Que os deuses nos acudam e protejam!
Au revoir!

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Por que os muçulmanos são intolerantes para com outras religiões? Como os muçulmanos devem tratar pessoas de outras religiões?


A tolerância é a atitude que deve governar as relações interpessoais de todas as pessoas . A tolerância religiosa é um princípio essencial do Islã, e os muçulmanos são ordenados a ter boas relações com pessoas de todas as religiões e serem gentis e corteses a todos. Os muçulmanos são ordenados pelo Alcorão a defender suas promessas e acordos com não-muçulmanos e não trair ou transgredir contra eles. As vidas, as famílias, os bens e a honra dos não-muçulmanos devem ser protegidos por qualquer governo que alegue aplicar a lei islâmica. Os não-muçulmanos também têm garantidos o direito à liberdade para praticar suas próprias religiões em um estado islâmico.

O islam é uma religião de piedade e justiça. Ensina seus adeptos a interagir com todas as pessoas e a cooperar com elas para a melhora da humanidade. Mais do que nunca, os muçulmanos precisam trabalhar em conjunto com outros grupos que se opõem à opressão, derramamento de sangue, corrupção, promiscuidade e perversão. Eles também devem cooperar com os não-muçulmanos na defesa da verdade e na luta contra a falsidade, no apoio aos oprimidos e na eliminação de perigos como poluição e doenças.
Somente os inimigos que abrigam o ódio e o desprezo contra o Islã são abordados por esses versículos do Alcorão que alertam os muçulmanos contra tê-los como íntimos e aliados. Os muçulmanos são ordenados a lidar com todos os outros seres humanos com justiça e compaixão como membros da fraternidade humana. Eles sempre devem se comportar gentilmente em relação a todos os não-muçulmanos que não são hostis, seja oferecendo ajuda financeira, alimentando a fome, dando empréstimos quando necessário, ou intercedam em conexão com questões permitidas, mesmo que apenas falando gentilmente e aconselhando-as. O Alcorão aborda os crentes, dizendo:
“Deus não vos proíbe aqueles que não lutam contra vocês por causa da religião e não os expulsam de suas casas – de serem gentis e agir justamente com eles. Na verdade, Deus ama aqueles que são justos. “[1]
Assim, não é permitido, em qualquer circunstância, que os muçulmanos maltratem um não-muçulmano que não tenha cometido qualquer agressão contra eles; Não são permitidos prejudicá-lo, ameaçá-lo ou aterroriza-lo, roubar sua riqueza, enganá-lo ou privá-lo de seus direitos. É obrigatório aos muçulmanos também honrar quaisquer tratados legais e acordos feitos com não-muçulmanos.
A coexistência não significa que deixemos de promover nossos valores positivos. Como um aspecto de sua bondade e preocupação com a humanidade, os muçulmanos devem convidar os não-muçulmanos para a verdade do Islã com palavras de sabedoria, argumentos e uma boas maneiras. Esta é uma dívida dos muçulmanos com povos do mundo em prol da gratidão a Deus por Sua orientação e inúmeras bênçãos.
Fonte: http://porqueosmuculmanos.com.br/

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Por que o Alcorão usa o termo "nós" para Allah ?

Essa é uma construção gramatical conhecida como plural de majestade. Muitos idiomas usam essa construção como o árabe, o hebraico e o urdu. Ouvimos membros de várias famílias reais ou dignitários usando a palavra nós, como “nós decretamos” ou “nós não estamos satisfeitos”. Não indica que mais de uma pessoa está falando; mas sim, denota excelência, poder ou dignidade daquele que fala. Quando temos esse conceito em mente, fica óbvio que não há ninguém mais merecedor de usar o “nós” de majestade do que Allah - Deus.
“Um Livro que Nós te temos revelado para que retires os humanos das trevas (e os transportes) para a luz...” (Alcorão 14:1)
“Nós enobrecemos os filhos de Adão e os conduzimos pela terra e pelo mar; agraciamo-los com todo o bem, e preferimos enormemente sobre a maior parte de tudo quanto Nós criamos.” (Alcorão 17:70)
“Se quiséssemos, poderíamos anular tudo quanto Nós te temos inspirado, e não encontrarias, então, defensor algum, ante Nós.” (Alcorão 17:86)
“Ó humanos! Se estais em dúvida sobre a ressurreição, reparai em que Nós vos criamos do pó…” (Alcorão 22:5)
Estudioso islâmico respeitado do século 13, o sheikh al Islam Ibn Taymiyyah disse que: “Toda vez que Allah usa o plural para referir-Se a Si mesmo, é baseado no respeito e honra que Ele merece, no grande número dos Seus nomes e atributos e de Suas tropas e anjos.”
O uso das palavras nós, nahnu ou nós, inna, de forma alguma indicam que exista mais de um deus. Não têm nenhuma correlação com o conceito de trindade. Toda a fundação da religião islâmica se apoia na crença de que só existe um Deus e Muhammad é Seu mensageiro final.
“Vosso Deus e Um só. Não há mais divindade além d’Ele, o Clemente, o Misericordiosíssimo.” (Alcorão 2:163)

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Islamismo e Proteção do Meio Ambiente


A proteção ambiental é um aspecto importante do islamismo. Sendo administradores da Terra, é responsabilidade de todo muçulmano cuidar do meio ambiente de forma pró-ativa. Existe um propósito definido por trás da criação de diferentes espécies, sejam plantas ou animais. Os muçulmanos são encorajados a refletir sobre a relação entre organismos vivos e seu meio ambiente e a manter o equilíbrio ecológico criado por Deus. A proteção do meio ambiente é essencial para as crenças islâmicas e a humanidade tem a responsabilidade de assegurar a guarda do meio ambiente.


Proteção do meio ambiente e conservação de recursos 

A perspectiva islâmica sobre proteção ambiental reflete uma imagem positiva sobre o Islã e como ela abarca todas as questões que os humanos enfrentam na Terra. A atitude islâmica em relação à conservação do meio ambiente e dos recursos naturais não se baseia apenas na proibição da exploração excessiva, mas também no desenvolvimento sustentável. O Alcorão Sagrado diz:

"É Ele quem vos nomeou legatários na terra ... para que Ele possa tentar você no que Ele lhe deu". (Surah 6: 165)

"Ó filhos de Adão! ... Coma e beba: mas não desperdice por excesso, porque Deus não ama os desperdiçados". (Surah 7:31)

O islamismo é contra o corte ou a destruição de plantas e árvores desnecessariamente, como é evidente no seguinte Hadith: Abdullah ibn Habashi relatou que o Profeta Muhammad (SAW) disse: "Aquele que corta uma árvore [sem justificação], Allah o enviará para Fogo do inferno." (Abu Dawud). A devastação causada pelo desmatamento em muitos países causa erosão do solo e mata muitos animais importantíssimos para a biodiversidade da Terra.

A abordagem do Islã para o uso de recursos naturais foi brilhantemente apresentada pelo Quinto Califa Hazrat Ali ibn Abi-Talib (RA), que disse: "Participe dele com prazer enquanto você é o benfeitor, não um despojador; Um cultivador, não um destruidor. Todos os seres humanos, bem como animais e vida selvagem, gozam do direito de compartilhar os recursos da Terra. O abuso de qualquer recurso por parte do homem é proibido, já que o princípio jurídico diz que "O que leva ao proibido é proibido".

Quando Abu Musa (RA) foi enviado a Al-Basrah como o novo governador, ele se dirigiu às pessoas dizendo: "Eu fui enviado a você por 'Umar ibn Al-Khattab (RA) para ensinar-lhe o Livro de seu Senhor [ Ou seja, o Alcorão], a Sunnah [de seu Profeta] e para limpar suas ruas ". Abu Hurairah informou que o Mensageiro de Allah (Paz seja sobre ele) proibiu que uma pessoa se alivie em uma fonte de água ou em um caminho ou em um lugar de sombra ou na serra de uma criatura cessante. Esses valores destacam o interesse do Islã em evitar a poluição dos recursos críticos e a importância da limpeza.

Espalhar a consciência ambiental

Uma ótima idéia seria começar sua própria campanha na escola, na faculdade ou no local de trabalho para plantar árvores, cuidar de animais de rua, etc. Estudantes, professores e colegas de trabalho podem ser motivados a doar tempo e algum dinheiro para a campanha de plantio. Manter as plantas ao redor de sua casa, escola ou local de trabalho não é apenas estético e decorativo, mas também mantém você saudável e melhora a qualidade do ar interior. 

A consciência ambiental e a proteção dos recursos naturais são parte integrante das crenças islâmicas. Como vice-reis de Deus nesta terra, temos que utilizar os recursos naturais de forma sustentável para garantir que as criaturas de Deus continuem a viver da melhor forma possivel. O princípio da conservação é maravilhosamente ilustrado pela regra que diz que, ao fazer abluções (wudu), devemos ser comedidos no uso da água, mesmo que tenhamos um rio à nossa disposição. Como seres humanos, somos detentores de toda a criação, incluindo solo, ar, água, animais e árvores. Um dos principais objetivos das tradições islâmicas e do Profeta (paz ser sobre ele) é construir e manter um ambiente saudável e limpo que seja desprovido de qualquer fonte de poluição e uso indevido. 

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

SUPLEMENTAÇÃO ORGÂNICA E HALAL

O Conselho Internacional de Nutrição e Alimentos Islâmicos da América (IFANCA®) nomearam Amway como a Empresa do Ano durante a Conferência Halal Internacional de Alimentos em 2015 pela excelência na conformidade e a execução de produtos halal-certificados de Nutrilite™ nos mercados em todo o mundo.
O Halal é o padrão alimentício dos Muçulmanos, e é o significado Árabe da palavra “legal” ou “permitido.” A Certificação Halal é exigida para produzir o alimentos aceitáveis em produtos consumíveis para o público muçulmano. De acordo com IFANCA, o mercado global é crescente para os produtos halal-certificados que hoje é calculado em cerca de 1,8 bilhões de Muçulmanos no mundo.

No Brasil o Dr. Fernando Viola, um neurocientista e neurofisiologista, pesquisador de células tronco e especializado em Fisiologia da Nutrição concedeu palestra sobre o tema e destacou pontos superimportantes em relação à alimentação saudável, e nos trouxe várias informações alarmantes sobre frutas e legumes comercializados vêm perdendo nutrientes e de acordo com estudos da Ciba-Geigy (Swiss pharmaceutical company) nos últimos 20 anos com as modernas técnicas de pulverização e conservação além do fato de que as frutas e legumes às vezes passam semanas e até meses para chegar da horta até os supermercados e consequentemente a mesa do consumidor, além de outros fatores como poluição, agrotóxicos, congelamento de alguns produtos e destaca que itens como banana perderam com o decorrer da industrialização e distribuição 92% do Potássio, a batata perdeu 70% do cálcio, a cenoura perdeu 57% do magnésio, o tomate perdeu 80% da vitamina C, e que hoje consumimos praticamente "massa apenas” e mesmo que o consumidor tenha uma alimentação balanceada, não é nem de longe suficiente, sendo de extrema necessidade se fazer uso de uma complementação alimentar a base de suplementos para que a dose diária mínima de nutrientes e vitaminas sejam atendidas. Sem falar que o mau do século, o estresse rouba muitas das vitaminas que o nosso corpo precisa, existindo também, de acordo com o estudo, outros fatores como poluição, álcool e demais males dos tempos modernos.  O Doutor Viola destacou que, hoje os suplementos mais populares no mercado não atendem as necessidades dos consumidores, pois se tratam de formulações sintéticas, fabricadas em laboratório, e que o grande problema dos suplementos sintéticos a exemplo da Vitamina C consumida pela maioria da população, a efervescente, que em muitos casos é comercializado com um ou dois gramas, não será absorvida nem 35% pelo nosso organismo, pois a ligação espacial química é diferente da composição da vitamina em seu estado natural, onde são encontrados os fito nutrientes a qual o corpo absorve bem mais facilmente em cerca de 90%, diferente dos sintéticos que tem absorção infimamente inferior.  Pesquisando no mercado, para tentar solucionar problemas referentes a essa problemática, o Dr.Viola tomou conhecimento sobre uma marque a qual atualmente indica aos seus pacientes a marca Americana Nutrilite, (https://www.portalnutrilite.com.br/) líder mundial em Suplementos e que trabalha exclusivamente com matérias primas orgânicas, inclusive o conglomerado a qual a multinacional faz parte, adquiriu no

Brasil a maior fazenda de cultivo de acerola orgânica do Mundo, sendo alvo de matéria do programa Globo Rural.  A Nutrilite tem a filosofia de usar concentrados das plantas, além de outros ingredientes naturais, evitando corantes, aromatizantes, edulcorantes e conservantes artificiais. Os elementos naturais são combinados com as substâncias manufaturadas isoladas, para otimizar a potência dos resultados, o que de acordo com o Dr.Viola ser ideal para quem deseja suplementar com qualidade sua alimentação do dia a dia.  Atualmente, os consumidores adquirem os produtos da Nutrilite através de representantes cadastrados, onde pudemos localizar a loja online http://www.amway.com.br/pt/lojavirtual/Alessandra-De-01 onde na loja sitada este blogger adquiriu e passou a usar com muita satisfação os suplementos Daily ( polivitaminico), Acerola C, e o fantástico Omega 3. Nos dias atuais é de suma importância usar produtos biodinâmicos e de origem Orgânica e os suplementos Nutrilite caem como uma luva nas necessidades de suplementação adequada, de qualidade e de origem totalmente certificadas também pelos Selos Kocher (Judaico), além da certificação pela IBD de produto 100% orgânico.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

MENTIRINHAS GOSPEL, A PORTA DO INFERNO

Misteriosa cratera gigante apareceu na China há algumas semanas e deixa toda a população apavorada! Será que o chamado portal para o inferno é real?
Cratera gigantesca teria aparecido há poucas semanas na China, deixando os cientistas sem respostas! Seria esse o portal para o inferno? (foto: Reprodução/Facebook)
Foto: Reprodução/Facebook
A notícia apareceu com força em diversos sites e blogs no final de outubro de 2016 e mostra um enorme buraco que teria surgido repentinamente em uma cidade no noroeste da China.
De acordo com o texto que foi compartilhado inúmeras vezes através das redes sociais, um deslizamento de terra misterioso ocorreu em uma encosta chinesa, deixando os geólogos sem respostas. Milhares de cientistas têm ido até o local, que fica nos arredores de Urumqi, na Região Autonoma de Xinjiang (China), desde que o buraco apareceu há algumas semanas!
O que está assustando a população, segundo a reportagem, é que o interior do buraco emana um calor tão intenso e que vozes podem ser ouvidas saindo de dentro dele. A mídia já teria batizado a cratera de “Porta do Inferno”!!!
Os religiosos, ainda segundo o texto, estariam preocupados com esse fenômeno que, para eles, seria um claro aviso do fim dos tempos!
Será que essa notícia é verdadeira ou falsa?

O assunto chama muito a atenção dos leitores e, claramente, é um caça-cliques descarado. O inventor dessa bobagem misturou algumas fotos reais com um monte de desinformação para criar um alarmismo desnecessário na rede e, é claro, conseguir mais visitação para seu blog.
A primeira coisa que fizemos nesse caso foi buscar no Google Images essa foto da enorme cratera usada para ilustrar a matéria. Os primeiros resultados já nos mostram que a chamada “Porta do Inferno” existe mesmo, mas fica em Darvaz, no Turquemenistão e não tem nada de inexplicável ou de sobrenatural!
O Google sabe tudo e mais um pouco!






FONTE: E-FARSAS

domingo, 8 de maio de 2016

7 mentiras que já te contaram sobre o Islã

O islã, islão ou islamismo, é uma religião monoteísta que tem o livro Alcorão para falar o que seria certo ou errado para quem segue essa religião. Recentemente vem acontecendo diversos ataques terroristas que defendem sua religião como a única certa e que todas as outras estão erradas. Com tanta coisa negativa que vemos dos países que seguem essa religião, acabamos criando vários preconceitos que não poderiam existir. Temos a mania de generalizar algum grupo por conta de alguma coisa ruim que apenas uma pequena parte do grupo fez. A Fatos Desconhecidos separou 7 coisas que vão mostrar que a grande maioria das coisas que você aprendeu sobre o islamismo são uma verdadeira mentira: 1- “Muçulmanos, árabes e islâmicos são a mesma coisa”
Islã 1 Publicidade Acabamos vendo diversas coisas na televisão e os termos que são falados, muitas vezes, acabam se confundindo. Para começar, muçulmano é termo utilizado para pessoas que seguem o islã. Já os árabes são uma comunidade que divide a língua e a mesma cultura. Islã ou islamismo é a religião. Não confunda mais, já que apenas 15% dos muçulmanos do mundo são árabes. 

 2- “Islã oprime as mulheres” islã 2 De acordo com o Alcorão, principal livro da religião, alguns costumes como casamento forçado e abuso no casamento não são muito aceitos. A maioria desses costumes são feitos por conta da cultura, tradições de cada lugar e da forma que cada país ou povo interpreta o que está escrito no livro.

 3- “Todos são terroristas” islã 3 A grande parte dos muçulmanos não é terrorista e existem apenas alguns grupos terroristas que praticam esses atos. O Alcorão prega a paz para todos e também o respeito entre todos. Pense melhor antes de julgar muitas pessoas só por se vestirem como árabes.






 4- “No Brasil não existem Islâmicos” Islã 4 O Brasil é uma grande mistura de povos, religiões e culturas. Sendo assim, existem pessoas que seguem o islã. Não existem dados precisos sobre quantos existem no Brasil, já que pesquisar apontam 200 mil em todo o Brasil e a comunidade islâmica diz ter 1,5 milhão de islâmicos no Brasil.

 5- “Eles não podem fazer sexo durante o Ramadã” islã 5 Para quem não sabe, o Ramadã é o nono mês do ano sendo considerado um mês sagrado para eles. Durante esse mês eles realmente não podem comer, beber, fumar ou ter relações sexuais DO AMANHECER ATÉ O ANOITECER. Por isso de noite tudo é liberado.

 6- “Mulheres não são obrigadas a usar véu” islã 6 O uso do véu é um mandamento religioso. Em alguns países toda mulher, sendo muçulmana ou não, é obrigada a utilizar o véu. Na Arábia Saudita e República Islâmica do Irã são obrigatórios o uso de todo o traje e em alguns lugares só é necessário o véu para cobrir a cabeça da mulher. Vemos em séries e filmes que qualquer mulher que vá para esses países tem que utilizar esse véu. 7- “Muçulmanos não acreditam em Jesus”

 islã 7 Para os muçulmanos, Jesus existiu e está no Alcorão. Tudo está lá, desde seu nascimento milagroso e seus ensinamentos que tiveram a mão de Deus. A única diferença é que ele é considerado um profeta totalmente humano. Uma curiosidade é que Jesus se chama Isa para os muçulmanos e Maria se chamava Miriam. Bônus: O que significa “allahu akbar” islã bônus O termo é utilizado em todo começo de oração de um muçulmano. Ele significa “Deus é grande”.

Apesar de muitas pessoas ligarem os atos terroristas a essa frase, ela não tem nenhum significado e fica apenas como uma reverência para Alá, que é como eles chamam Deus. O que achou? Tirou muitas dúvidas? Você acreditava em alguma dessas mentiras? Comenta aí.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

O Alcorão ensina a vilolência?

Pergunta: Espero que os estudiosos me tirem da confusão em que me encontro desde os acontecimentos de 11 de setembro, principalmente no que diz respeito a alguns versículos alcorânicos.
Esses versículos contradizem inteiramente o que os muçulmnaos dizem a respeito de sua religião, que é uma religião de paz que condena a violência. Embora não seja um muçulmano,  não odeio os muçulmanos. Só preciso um pouco de esclarecimento a respeito dessas questões. Como os senhores interpretariam um versículo que diz "Matai-os onde quer que os encontreis"? (al-Bacara 191) e ..."Mas, se se rebelarem, capturai-os então, matai-os, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por amigo ou socorredor."? (an-Nisá 89) Muito apreciaria uma resposta rápida.
Resposta
Em nome de Allah, o Clemente, o Misericordioso
Todos os louvores e agradecimentos são devidos a Allah e que a paz e a bênção estejam com seu Mensageiro.
Obrigado pela pergunta que você colocou, é muito interessante e é por isto que também tentarei fazer o melhor para fornecer-lhe a resposta adequada.
Quando nós, os muçulmanos, declaramos que o Islam é uma religião de paz, não estamos tentanto provar algo que seja absurdo ou querendo resolver um quebra-cabeça. Pelo contrário, estamos apenas afirmando um fato que se fundamenta em provas inquestionáveis e evidências muito claras. Ainda que não precisemos declarar este fato, pois o Islam é, em si, auto-explicativo, no que se refere ao seu significado, seus nobres ensinamentos e o cerne de sua mensagem transmitida pelos Profetas de Allah, enviados à humanidade.
Para esclarecer um pouco mais esta questão, aqui está a declaração feita pelo Dr. Muzammil H. Siddiqi, diretor da Sociedade Islâmica do Condado de Orange, e presidente da Sociedade da América do Norte, ao responder a questão semelhante:
"Agradeço as palavras gentis de que você não odeia os muçulmanos. O ódio não é bom para ninguém. Quero assegurar que nós muçulmanos também não odiamos os não muçulmanos, sejam cristãos, judeus, hindus, budistas ou seguidores de qualquer outra religião, ou que não tenham religião. Nossa religião não permite a morte de qualquer pessoa inocente, qualquer que seja sua religião. A vida de todos os seres humanos é santificada, de acordo com os ensinamentos do Alcorão e a orientação de nosso abençoado Profeta Mohammad, que a paz esteja com ele e com todos os profetas e mensageiros de Allah.
Sobre a proibição de matar, diz o Alcorão: "... Não tireis a vida que Allah tornou sagrada, senão sob a forma da lei e da justiça: eis o que Ele vos ordena, para que raciocineis." (al-An'am 151) e diz Allah no Alcorão: "Nem tireis a vida que Allah tornou sagrada, senão por uma justa causa. E se alguém for morto injustamente, facultamos ao seu parente a represália (exigir qisas ou perdoar): porém que não se exceda na vinganaça, porque ele está auxiliado (pela lei)". (al-Isrá 33). De acordo com Alcorão, matar uma pessoa sem  justa causa é um grande pecado, como se matasse toda a humanidade, assim como salvar a vida de uma pessoa é uma boa ação que corresponde a salvar toda a humanidade (ver al-Máida 32)

Contudo, sua pergunta é válida, então, por que o Alcorão diz "matai-os sempre que os encontrar ...", conforme mencionado nas suratas al-Bácara:191 e an-Nisá:89? A resposta é simples, você deve ler esses versículos em todo seu contexto histórico e textual. Você deve ler todo o versículo e melhor ainda é ler alguns versículos antes e outros depois. Leia todo o texto e veja o que está dito:
"Combatei, pela causa de Deus, aqueles que vos combatem; porém, não pratiqueis agressão, porque Deus não estima os agressores. Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos. Porém, se desistirem, sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo. E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Deus. Porém, se desistirem, não haverá mais hostilidades, senão contra os iníquos. Se vos atacarem um mês sagrado, combatei-os no mesmo mês, e todas as profanações serão castigadas com a pena de talião. A quem vos agredir, rechaçai-o, da mesma forma; porém, temei a Deus e sabei que Ele está com os que O temem." (al-Bácara 190-4)
Quanto à sua segunda citação, leia também o texto completo:
"Anseiam (os hipócritas) que renegueis, como renegaram eles, para que sejais todos iguais. Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado pela causa de Deus. Porém, se se rebelarem, capturai-os então, matai-os, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor. Exceto àqueles que se refugiarem em um povo, entre o qual e vós exista uma aliança, ou os que, apresentando-se a vós, estejam em dúvida quanto ao combater-vos ou combater a sua própria gente. Se Deus tivesse querido, tê-los-ia feito prevalecer sobre vós e, seguramente, ter-vos-iam combatido; porém, se eles se retirarem, não vos combaterem e vos propuserem a paz, sabei que Deus não vos faculta combatê-los. Encontrareis outros que intentarão ganhar a vossa confiança, bem como a de seu povo. Toda a vez que forem chamados à intriga, nela sucumbirão. Se não ficarem neutros, em relação a vós, nem vos propuserem a paz, nem tampouco contiverem as suas mãos, capturai-os e matai-os, onde quer que os acheis, porque sobre isto vos concedemos autoridade absoluta." (an-Nisá 89-91)
Agora, diga-me honestamente, estes versículos dão permissão para se matar livremente qualquer um em qualquer lugar? Esses versículos foram revelados por Allah ao Profeta Mohammad, que a paz esteja com ele, na época em que os muçulmanos vinham sendo atacados constantemente pelos não muçulmanos de Meca. Eles estavam aterrorizando a comunidade muçulmana de Medina. Pode-se dizer, usando o jargão contemporâneo,  que havia constantes ataques terroristas a Medina e, nesta situação, os muçulmanos tinham a permissão de combater os "terroristas". Esses versículos não significam uma permissão para a prática do "terrorismo", mas são uma advertência aos "terroristas. Porém, mesmo nessas advertências,você pode perceber como a moderação e o cuidado são bastante ressaltados.
É importante que estudemos os textos religiosos dentro de seu contexto.  Quando estes textos não são lidos dentro dos contextos histórico e textual, eles são manipulados e distorcidos. É verdade que alguns muçulmanos manipulam esses versículos para alcançar objetivos particulares.  Mas isto acontece não só com os textos islâmicos, mas, também com textos de outras religiões. Posso citar dezenas de versículos da Bíblia que parecem violentos  se tomados isolados  de seu contexto histórico.  Esses textos bíblicos foram usados por muitos grupos judaicos e cristãos. Os cruzados os usaram contra muçulmanos e judeus. Os nazistas os usaram contra os judeus. Recentemente, os cristãos sérvios os usaram contra os muçulmanos bósnios. Os sionistas os estão usando regularmente contra os palestinos.
Citarei alguns versículos do Velho  e do Novo Testamentos e depois me diga o que você diria a respeito deles:
"Quando o SENHOR vosso Deus vos introduz na terra que estais prestes a possuir, e vos livra das várias nações que vos antecederam, os hititas e os girgashitas e os amoritas e os cananeus e os perizitas e os hivitas e os jebusitas, sete nações maiores e mais fortes do que vós. E quando o SENHOR vosso Deus os despacha e os derrota antes de vós, então vós os destruireis completamente. Não fareis pacto algum com eles e não tendes misericórdia deles. (Deuteronômio 7:1-2)
"Quando vos aproximardes da cidade para combatê-la, oferecei vossos termos de paz. Se eles concordarem em fazer a paz convosco e vos franquearem a cidade, então todas as pessoas que nela se encontrarem   tornar-se-ão escravos e vos servirão. No entanto, se não aceitarem a paz convosco e preferirem a guerra contra vós, então cerque-os. Quando o SENHOR vosso Deus permitir, esmague todos os homens com o fio da espada. Somente as mulheres e as crianças e os animais e tudo o que estiver na cidade, todos os seus espólios, serão tomados como despojos de guerra por vós; e vós usareis os espólios de vossos inimigos que o SENHOR vosso Deus vos agraciou ... Somente nas cidades dessas pessoas que o SENHOR vosso Deus está vos concedendo  como herança, nada que respire será deixado vivo." (Deuteronômio 20:10-17)
"Agora, portanto, matai todo macho entre os pequenos e matai toda mulher que tenha conhecido um homem intimamente. Mas todas as meninas que não conheceram um homem intimamente, poupe-as para vós." (Números 31:17-18)
Até no Novo Testamento nós lemos a seguinte afirmação atribuída a Jesus feita a seus discípulos:
"Pois eu vos digo que a qualquer que tiver ser-lhe-á dado mas ao que não tiver, até o que tem lhe será tirado. E, quanto aos meus inimigos, que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui e matai-os na minha presença." (Lucas 19:26-27)
Allah, Todo Poderoso, sabe melhor.
Mufti Muzammil Siddiqi
Fonte: sbmrj.org.br

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Atualmente, tornou-se um hábito comum na internet culpar a religião islâmica pelas atrocidades cometidas por uma micro-minoria de muçulmanos. Porém, os islamofóbicos que vivem a culpar o Islã por atentados ou execuções, tem algo em comum com os extremistas que tanto criticam. Ambos os grupos amam retirar versos do Alcorão fora de seu contexto para justificar atos terroristas, e no caso dos islamofóbicos a sua critica ao Islã. Mediante a este ambiente de extrema ignorância e hostilidade, resolvi escreve este texto para explicar os versos violentos contidos no Alcorão, que para quem não sabe, é o livro sagrado da religião islâmica e código de vida espiritual e material para os muçulmanos.
A importância de entender o significado da palavra CONTEXTO:
A palavra "contexto" tem dois significados no dicionário, que são:
• As partes de uma declaração escrita ou falada que precedem ou seguem uma palavra ou passagem específica, geralmente influenciando o seu significado ou efeito.
• O conjunto de circunstâncias ou fatos que cercam um evento particular, situação, etc.
Qualquer discussão sobre versos do Alcorão que se referem à violência seria sem sentido sem um estudo do contexto circundante aos versos. Antes de estudar os versículos em questão, portanto, vamos analisar esta questão numa perspectiva mais ampla:
A sacralidade da vida de acordo com o Alcorão:
O Sagrado Alcorão diz:
"... E não mateis a alma que Allah proibiu matar, exceto se com justa razão. Eis o que Ele vos recomenda para razoardes"
[Alcorão 6: 151]
No Alcorão, o ato de matar sem justificativa alguma é algo extremante proibido, e a morte de alguém só e permitida em justa razão, como legitima defesa por exemplo. A santidade da vida humana é exaltada como criação divina e que um ser humano não deve tirar a vida do outro, a não ser em casos extremos. O primeiro e acima de tudo básico direito do ser humano é o direito de viver. O Alcorão diz:
"...quem matar uma pessoa, se que esta haja matado outra ou semeado corrupção na terra, será como se matasse toda a humanidade. E quem lhe der a vida será como se desse a vida a toda a humanidade.''
[Alcorão 05:32]
Tal é o valor de uma única vida humana, que o Alcorão iguala a tomada de uma vida humana, como a morte de toda a humanidade.
Agora vamos lá, os VERSOS VIOLENTOS!!!
A frase que muitas vezes provoca um certo medo entre aqueles não familiarizados com o Islã, é:
''.....E matai-os onde quer que os acheis...''
A verdade é que esta é apenas uma parte do versículo 191 do Capítulo 2 do Alcorão. Vamos ler os versículos 190-191, a fim de obter um quadro completo, e como foi dito anteriormente, entender as coisas num CONTEXTO:
''E combatei, no caminho de Allah, os que vos combatem, e não cometais agressão. Por certo. Allah não ama os agressores. E matai-os onde quer que os acheis. e fazei-os sair de onde quer que vos façam sair. E a sedição pela idolatria é pior que o morticínio. E não os combatais nas imediações da Mesquita Sagrada. até que eles vos combatam nela. Então, se eles vos combaterem, matai-os. Assim é a recompensa dos renegadores da Fé.
[Al-Alcorão 2: 190-191]
É um fato bem conhecido da história islâmica, que o combate contra os agressores foi proibido durante os primeiros treze anos de missão do Profeta Muhammad, ou seja, durante 13 anos os muçulmanos foram perseguidos e mortos das piores formas pelos clãs árabes que controlavam Meca, e simplesmente suportaram tudo sem se quer se defenderem. Depois da imigração para Medina, os versículos acima foram revelados para permitir que a comunidade muçulmana lutasse em defesa própria. Os versos que seguem as citados anteriormente claramente indicam a proibição do Islã sobre a agressão injustificada e mostram a inclinação para paz:
''E, se eles se abstiverem, por certo, Allah é Perdoador, Misericordiador.E combatei-os, até que não mais haja sedição pela idolatria e que a religião seja de Allah. Então, se se abstiverem, nada de agressão. exceto contra os injustos.''
[Alcorão 2: 192-193]
Os versos acima se referem especificamente a luta contra a opressão em Meca por parte das tribos pagãs no século 6. Porém, quanto a liberdade religiosa, diz o Alcorão:
''Não há compulsão na religião!''
(Alcorão 2: 256)
''DIze: ''Oh renegadores da fé! Não adoro o que adorais! A vós vossa religião, e a mim, a minha religião.''
(Alcorão 109:1,2 e 6)
Conclusão
Quando lido no seu contexto, os versos acima nem sequer remotamente sugerem uma ordem ou permissão para os muçulmanos saírem matando as pessoas simplesmente por não serem muçulmanas. Porém, pelo fato de não estudarem, nem extremistas ou islamofóbicos jamais entenderão isso. O Alcorão exige que os muçulmanos conduzam com a justiça e dignidade em todos os assuntos, até mesmo quando a violência é necessária para a própria defesa.
E quanto ao tratamento que os muçulmanos devem dar aos não muçulmanos, Allah deixa bem claro no Alcorão:
''Allah não vos coíbe de serdes blandiciosos e equânimes para com os que não vos combateram, na religião, e não vos fizeram sair de vossos lares. Por certo Allah ama os equânimes.
(Alcorão 60:8)
Por: Victor Peixoto.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015


Se Jesus é Deus, porque é que Estêvão viu duas pessoas no céu?
Estêvão “fitou os olhos no céu e avistou a glória de Deus, e Jesus em pé à direita de Deus.” (Atos 7:55) Claramente viu duas pessoas distintas. Estêvão menciona que Jesus está à direita de Deus e não simplesmente à direita do Pai. E se Jesus é parte de uma divindade trinitária, porque é que Estêvão não viu também o espírito santo ou três pessoas?
Responda

-2- Bíblia revela três pessoas diferentes que compõem o único Deus.
Há inúmeros textos que mostram a diferença entre a pessoa do Pai e a do Filho
O Pai, o Filho e o Espírito Santo são pessoas distintas. No batismo de Jesus, cada um fez seu papel, concordando com os outros dois, mas distinto deles. Jesus subiu das águas; o Espírito desceu como pomba sobre ele; o Pai falou dos céus (Marcos 1:9-11).
As doutrinas de algumas igrejas que dizem que o Filho e o Pai são a mesma pessoa contradizem afirmações óbvias das Escrituras. O Pai é maior do que o Filho (João 14:28). O Pai enviou e instruiu o Filho (João 14:24).
"Tanto o Pai como o Filho" leva a entender a existência de dois seres.
3-Jesus disse que somente o Pai sabia o momento exato de sua vinda; isso nem mesmo ele sabia
~Mateus 24:36).Quanto ao dia e à hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão somente o Pai.
Se Jesus era o Pai, então ele sabia algumas coisas que não sabia?
4~Quando Jesus retornar, ele entregará o seu reino de volta ao Pai e se sujeitará ao Pai (1 Coríntios 15:24-28). Será que Jesus entregará o reino a si mesmo e se submeterá a si mesmo?
5-As Escrituras ensinam com uma clareza inconfundível a distinção entre o Pai e o Filho.
Quando Jesus suplicou para ser salvo da cruz, disse:“Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mateus 27:46). Se um deles desamparou o outro, então devem ser duas entidades separadas.
-Atos dos Apóstolos 2:32-36"Portanto, que todo o Israel fique certo disto: ´Este Jesus, a quem vocês crucificaram, Deus o fez Senhor e Cristo"
João 14:24 Aquele que não me ama não obedece às minhas palavras. Estas palavras que vocês estão ouvindo não são minhas; são de meu Pai que me enviou
De novo, é relatado que Jesus disse: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito.” (Lucas 23:46). Se o espírito de um pode ser colocado nas mãos do outro, eles devem ser dois seres separados.
´Lucas 23:34.34 E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.
Lucas 18:19 "Por que você me chama bom?", respondeu Jesus. "Não há ninguém que seja bom, a não ser somente Deus.
João 14:28 "Vocês me ouviram dizer: Vou, mas volto para vocês. Se vocês me amassem, ficariam contentes porque vou para o Pai, pois o Pai é maior do que eu.
(João 20:17) Jesus disse-lhe: “Pára de agarrar-te a mim. Porque ainda não ascendi para junto do Pai. Mas, vai aos meus irmãos e dize-lhes: ‘Eu ascendo para junto de meu Pai e vosso Pai, e para meu Deus e vosso Deus.’
João estava certo que ninguém tinha visto Deus, embora soubesse que muitas pessoas tinham visto Jesus (ver João 1:18 e 1 João 4:12). De fato, o próprio Jesus disse às multidões que nunca tinham visto o Pai, nem ouviram a voz do Pai (João 5:37). Note que se Jesus era o Pai, sua declaração aqui teria sido falsa. Quem é o único Deus no evangelho
”Jesus era o Pai? Não! Porque Jesus disse: “E a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus.” (Mateus 23:9). Então Jesus não é o Pai, uma vez que estava na terra quando disse isso.
6-A Bíblia Diz que Deus é Maior que Jesus
João 14:28 “Meu Pai é maior que eu.”
João 10:29 “Meu Pai é maior que todos.”
Jesus não pode ser Deus se Deus é maior que ele. A crença cristã de que o Pai e o filho são iguais está em contraste direto com as palavras claras de Jesus..
-Romanos 1:25 Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém.
Mateus, Marcos e Lucas, autores dos três primeiros evangelhos, acreditavam que Jesus não era Deus (ver Marcos 10:18 e Mateus 19:17). Acreditavam que ele era o filho de Deus no sentido de ser uma pessoa virtuosa. Muitos outros também são igualmente chamados filhos de Deus (ver Mateus 23:1-9).
9-a palavra Trindade não seja encontrada na Bíblia original (nem a palavra encarnação),
-Em Mateus 15:24 o próprio Jesus disse: “Não fui enviado a ninguém senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.”
Fica bem claro nas palavras do próprio Jesus que ele era um judeu. Jesus não era cristão
-Jesus não fundou nenhuma nova religião, ensinou os judeus como deveriam adorar o Deus dos judeus, que se chama Jeová e que é o pai, criador e sustentador da vida de Jesus e de todos os outros seres vivos do universo. Os judeus nunca adoraram uma trindade de deuses e nem sabiam nada sobre os deuses três-
.O Deus Altíssimo, que se revelou a Abraão e deu seus mandamentos a Moisés chama-se Jeová e Jesus veio à Terra como servo de Jeová, enviado por Jeová para cumprir os propósitos de Jeová. Nenhum judeu nunca ouviu falar em “trindade”. O Deus dos judeus é Jeová,
Quando perguntaram a Jesus qual é o maior mandamento da Lei de Moisés ele respondeu se referindo a Deuteronônio 6:4-5 e fez a leitura dessa passagem conforme foi registrado em Marcos 12:28-30 sobre o maior mandamento: “Jesus respondeu: ‘O primeiro [mandamento] é: ‘Ouve, ó Israel: Jeová, nosso Deus, é um só Jeová, e tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de toda a tua mente, e de toda a tua força
-Contudo, nas Escrituras hebraicas Deus é Um, conforme lemos em Deuteronômio 6:4, assim como em Isaías 44:6, onde Deus nos diz: “Eu sou primeiro e Eu sou o último; e além de Mim, não há Deus.” Quando Isaías nos diz que Deus falava “Sou o primeiro”, significa que Deus não tem nenhum pai. Quando Isaías nos diz que Deus falava “Sou o último”, significa que Deus não tem nenhum filho literal. Quando Isaías nos diz que Deus falava “além de Mim, não há Deus”, significa que Deus não compartilha ser Deus com nenhuma outra divindade, ou semi-deus, ou outras pessoas; e não há Trindade.
Jesus o conceito de Deus Único não era novo para os Filhos de Israel. O Torá tinha proclamado “Ouça, Ó Israel, o Senhor teu Deus é Um,” (Deuteronômio: 4).
10-Jesus muitas vezes orou ao Pai (Lucas 23:34, 46). Estava Jesus orando a si mesmo? Ele ensinou os discípulos a orar: "Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome" (Mateus 6:9), estando ele próprio na terra. "E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco" (João 14:16). Se o Pai, o Filho e o Espírito Santo são todos uma só pessoa, então Jesus orou a si mesmo e pediu que enviasse a si mesmo.
11-O Pai reconhecia o Filho: "E eis uma voz dos céus,que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo" (Mateus 3:17). Será que o Pai estava simplesmente falando para si a respeito de si mesmo? Jesus disse que, se ele glorificasse a si mesmo, a sua glória não seria nada (João 8:54)
os ensinamentos de Jesus eram de Deus, NÃO do próprio Jesus
João 7:16 “Respondeu-lhes Jesus: O meu ensino não é meu, e sim daquele que me enviou.”
.12- A Bíblia diz que Deus realizou milagres através de Jesus e Jesus era limitado no que ele podia fazer.
Atos 2:22 “um homem aprovado por Deus para vós com milagres, prodígios e sinais que Deus realizou através dele no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis.”
13-Atos 10:38 “...ele andou por toda a parte fazendo o bem e curando a todos os oprimidos pelo diabo, porque Deus estava com ele.”
Se Cristo fosse Deus, a Bíblia simplesmente diria que o próprio Jesus fez milagres, sem fazer referência a Deus. O fato de que era Deus suprindo o poder para os milagres mostra que Deus é maior que Jesus.
-11- A Bíblia diz que Jesus considerava o testemunho de Deus como separado do seu.
Jesus considerava a si próprio e a Deus como dois, não “um.”
João 8:17 e 18: “Eu dou testemunho de mim mesmo e o Pai que me enviou também dá testemunho de mim.”
João 14:1 “Não se turbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim.”
Se Jesus fosse Deus, ele não teria considerado o testemunho de Deus como separado
14-Diga-se de passagem que a tal trindade não é citada sequer uma única vez que seja na Bíblia, pois a mesma foi "inventada" no Concílio de Nicéia, no ano 325 depois de Cristo, durante o governo do Imperador Constantino I. A Trindade é fruto da importação de conceitos religiosos pagãos, que também tinham três divindades, como Osíris, Ísis e Hórus, na cultura egípcia e Brahma, Vishnu e Shiva, na cultura hindu.
15--E antes que o senhor diga: "Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a Palavra, eo Espírito Santo; e estes três são um. E três são os que testificam na terra: o Espírito, e a água, e o sangue; e estes três concordam num." (I S.João, 5:7 e 8),
16--Coríntios 6:9-10 Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus.
17-A Lei de Deus É, FOI e SERÁ sempre a mesma!... Quer esteja na Torah, na Bíblia ou no Alcorão! Os três livros são Sagrados, pois contém a Lei de Deus (DE UM MESMO DEUS, POIS SÓ EXISTE UM
18-Si-Jesus é servo de Deus, Jesus não pode ser Deus.
Jesus era um servo de Deus (confirmado em Mateus 12:18):
Atos 3:13 “O Deus de Abraão, Isaque e Jacó, o Deus de nossos antepassados, glorificou seu servo Jesus.”
Atos 3:26 “Deus suscitou seu servo...
Atos 4:27 “...teu santo servo Jesus, ao qual ungiste.”
Atos 4:30 “...de Teu santo servo Jesus.”
Isso é exatamente o que o Alcorão afirma de Jesus:
Alcorão 19:30 “...Eu sou de fato um servo de Deus.
13--Jesus disse NA BIBLIA não veio para destruir os ensinamentos dos profetas que O antecederam, mas veio para cumpri-los: “Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir.” Mateus 5:17.
19-Deus enviou, através da história, Mensageiros e Profetas para orientarem a humanidade quanto à adoração de um Deus único.
"Jamais enviamos mensageiro algum antes de ti, sem que lhe tivéssemos revelado que: Não há outra divindade além de Mim. Adora-me, e serve-Me!'' (Alcorão Sagrado 16:36)
-Surat An-Nisa Surat An-Nisa ;Ó fiéis, acredito em Deus e Seu Mensageiro e no Livro que Ele enviou ao Seu Mensageiro e na Escritura que Ele enviou antes. E quem não acredita em Deus, Seus anjos, Seus livros, Seus mensageiros eo Dia do Juízo Final tem certamente ido longe extraviad
20-JESUS E UM PROFETA ENVIADO POR DEUS ;BÍBLIA ALCORÃO
Lucas 24:19 19 E ele lhes perguntou: Quais? E eles lhe disseram: As que dizem respeito a Jesus Nazareno, que foi homem profeta, poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo;
. (Alcorão
Ele lhes disse: Sou o Servo de Deus, o Qual me concedeu o Livro e me designou como profeta.
Fez-me abençoado, onde quer que eu esteja, e me encomendou a oração e a paga do zakat enquanto eu viver.
E me fez piedoso para com minha mãe, não permitindo que eu seja arrogante ou rebelde.
A paz está comigo, desde do dia em que eu nasci; estará comigo no dia em que eu morrer, bem como no dia em que eu for ressuscitado.'' ( 19ª Surata Marian, versículos 22 ao 33)
BIBLIA
3-Jesus disse não veio para destruir os ensinamentos dos profetas veio para cumpri-los:
“Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir.” Mateus 5:17.
.12-Estas são palavras da sua Bíblia, Esta é a lei do seu livro Sagrado!... E antes que o senhor venha com a velha desculpa que todos usam, de que este era o "Tempo da Lei" e que depois da vinda de Jesus vivemos o "Tempo da Graça", deixo aqui as palavras do próprio Jesus, que disse: "Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido. Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus." (Mateus, 5:17 a 19)
Respondeu-lhes Jesus: Não está escrito na vossa lei: Eu disse: Sois deuses?
Moisés foi chamado de deus (elohim) em Êxodo 7:1, Abraão foi chamado de deus (elohim) em Gêneses 23:6, e o próprio Jesus teria dado uma definição dessa palavra quando é atribuída a homens e não ao Deus Único